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sábado, 27 de junho de 2015

Entenda as diferenças entre o casamento gay dos EUA e do Brasil


A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu nesta sexta-feira (26) derrubar os vetos de Estados contrários ao casamento gay, o que na prática legalizou a união entre pessoas do mesmo sexo para todo o território americano. O fato tem paralelo no Judiciário brasileiro, que já havia tomado decisão semelhante há quatro anos.
A maior autoridade jurídica americana julgou nesta semana o caso “Obergefell vs. Hodges”, no qual James Obergefell processou o estado de Ohio (representado pelo político Richard Hodges) pedindo reconhecimento como viúvo de seu falecido parceiro, John Arthur. A decisão deve abrir precedente para todos os casais homossexuais do país oficializarem suas uniões, apesar da resistência de alguns Estados conservadores.
No Brasil, o casamento gay ocorre na prática desde 2011, quando o STF (Supremo Tribunal Federal) reconheceu a equiparação da união homossexual à heterossexual. Dois anos depois, o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) decidiu que os cartórios brasileiros fossem obrigados a celebrar casamento entre pessoas do mesmo sexo, e nem se recusar a converter união estável homoafetiva em casamento.
Vamos entender melhor as nuances dessas duas decisões e o impacto em seus respectivos países.

As decisões

EUA: a Suprema Corte julgou que os 14 Estados que atualmente se negam a unir duas pessoas do mesmo sexo devem agora casá-las e também reconhecer seu casamento se ele foi celebrado em outra jurisdição. Cinco juízes votaram a favor, e quatro contra.
Brasil: Em decisão unânime, dez ministros do STF equipararam a união homossexual à heterossexual. No entender do Supremo, casais gays devem desfrutar de direitos semelhantes aos de pares heterossexuais, como pensões, aposentadorias e inclusão em planos de saúde. Os homossexuais que tentarem a adoção devem acabar apelando à Justiça.

Alcance

EUA: O parecer da Suprema Corte deverá valer para todo o país, mas há alguma controvérsia sobre retirar dos Estados seu próprio poder de decisão sobre o assunto, como ocorria até então. Procuradores-gerais de alguns Estados que eram contra o casamento gay, como Mississippi e Louisiana, já informaram que ela não entrará em vigor imediatamente, enquanto as cortes locais estudam e interpretam o parecer. John G. Roberts Jr., um dos juízes da Suprema Corte que votaram contra o casamento gay, também disse no texto final que a questão deveria ter sido deixada para os Estados.
Brasil: A decisão do STF teve efeito vinculante, ou seja, alcança toda sociedade, mas assim como nos EUA, não é equivalente a uma lei sobre o assunto. O artigo 1.723 do Código Civil estabelece a união estável heterossexual como entidade familiar. O que o Supremo fez foi estender este reconhecimento a casais gays. Mas assim casais gays podem entrar na Justiça em casos de não-reconhecimento dos casais e provavelmente ganharão a causa, pois os juízes tomarão sua decisão com base no que disse o STF sobre o assunto. Nos últimos anos, o Congresso teve projetos de lei sobre o assunto para serem votados, mas não os colocou em pauta por razões políticas.

Argumentos

EUA:  O juiz Anthony Kennedy afirmou na decisão que o interesse na dignidade pessoal é fundamental para a cláusula do devido processo da 14ª Emenda da Constituição americana, que diz que nenhum Estado deve “privar qualquer pessoa da vida, liberdade ou propriedade, sem o devido processo legal”. “As liberdades fundamentais protegidos por esta cláusula incluem a maior parte dos direitos enumerados na Declaração de Direitos”.
Brasil: Alguns ministros do STF evocaram o princípio de igualdade da Constituição para estender os direitos dos heterossexuais aos homossexuais. “Por que o homossexual não pode constituir uma família? Por força de duas questões que são abominadas pela Constituição: a intolerância e o preconceito”, afirmou o ministro Luiz Fux. “A discriminação é repudiada no sistema constitucional vigente”, afirmou a ministra Carmen Lúcia. Outros ministros, como Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski, deram seus votos favoráveis com ressalvas. Para Mendes, ainda existem “uma série de questões e divergências” nesse tema, mas seu voto não entraria no mérito dos “desdobramentos” deste reconhecimento.

Histórico

EUA: A luta dos movimentos LGBT para oficializar o casamento entre pessoas do mesmo sexo existe há pelo menos 40 anos nos EUA. Em 1971, a Suprema Corte recebeu pela primeira vez um caso do tipo por parte de um casal homossexual de Minnesota. O Estado de Massachusetts se tornou em 2004 o primeiro do país a legalizar o casamento homossexual.
Brasil: Na época, o então ministro do STF Ayres Britto pediu um levantamento nos Estados para saber se a união estável de homossexuais já era reconhecida apesar da falta de um pronunciamento do Supremo. Decisões nesse sentido já tinham sido tomadas em tribunais do Acre, Alagoas, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Piauí, Rio Grande do Sul e São Paulo. Essas decisões, de primeira ou segunda instâncias, pesaram no julgamento no STF.

Consequências

EUA: Além de garantir direitos de diversas naturezas decisão dos EUA reconhece que pessoas que acreditam que o casamento deva ser apenas entre um homem e uma mulher poderão continuar a se opor ao casamento gay, com base na liberdade religiosa garantida na Primeira Emenda da Constituição do país. Esse debate deve continuar, disse o juiz Anthony Kennedy, mas os casamentos deverão ser permitidos.
Brasil: Mesmo após a decisão do STF, em 2011, ainda havia cartórios que se recusavam a fazer a conversão para casamento. No mesmo ano, um juiz de Goiânia cancelou um dos primeiros contratos de união civil entre homossexuais do país; o ministro Luiz Fux chamou o ato de “atentado ao STF” passível de cassação. Em 2013, o CNJ aprovou a resolução que prevê que, em caso disso acontecer, que seja levado para análise do juiz corregedor do respectivo Tribunal de Justiça.

Jimmy little Rocks..













Quando o tesão é despertado...




  Sou o que se pode dizer de um homem normal, estou na faixa dos 40 anos, atualmente morando em Curitiba, tenho um bom emprego e uma boa vida social, hoje estou no segundo casamento, e tanto minha mulher, com a ex bem como meus amigos não suspeitam de minha bi-sexualidade. Prefiro ser assim, pois mesmo com toda a modernidade das pessoas existem muitas discriminações. Formado em Educação Física, sempre gostei de esportes, mas não sou do tipo sarado como dizem, atualmente afastado das atividades físicas pôr trabalhar em outro segmento, até ganhei uns quilinhos extras, o que não aparece muito em vista de eu ser alto (1.80m), sou muito vaidoso, tenho coxas grossas, uma bela bunda e sou bem dotado, dizem que sou gostoso. Na adolescência, tive muitas namoradas e também contatos com alguns amigos, que se não foram muitos, mudaram significativamente minha vida, despertando-me para o prazer com o mesmo sexo. Nesta época morando no interior do estado, vínhamos muito para Curitiba participarmos dos Jogos Escolares. Tinha um amigo que sempre achei um tesão, M. sempre fazíamos muitas brincadeiras e como estávamos fora de nossa cidade, procurávamos sair para curtir bons momentos. Certa noite após os jogos, estávamos comemorando num bar de um parque da cidade em uma turma, quando conhecemos uns caras com aparência distinta e depois de muita cerveja fomos convidados para uma festinha na casa de um deles. Chegamos em uma casa muito bonita, nestas alturas imaginamos o que seria a tal festinha, e o desejo de nossos anfitriões, que seriam homossexuais afim de um programa. Como estávamos em turma e afim de farra cada um foi encontrando seu par, em uma aproximação natural. Fiquei com um homem muito bonito, chamava-se Milton, devia ter seus 40 anos, logo cada par procurou um quarto, buscando mais privacidade. Milton, muito experiente, desde o início deixou-me a vontade, eu tinha no encontro o propósito de atuar como ativo e iniciamos uma troca de carícias procurando atiçar ainda mais nosso tesão, ele tinha uma bunda gostosa e um belo cacete. Depois de eu receber uma bela chupada, também procurei sem muita experiência colocar o pau de Milton em minha
boca iniciando um 69, com muito tesão ele procurou ficar de bruços e eu busquei seu cuzinho, tentando comê-lo, mas não conseguia penetrá-lo, naquela época, eu tinha problema de fimose, depois operei e minha vida sexual mudou completamente. Foi quando Milton vendo que estava difícil a penetração pediu-me para ele me comer, elogiou minha bunda e disse que estava muito afim de mim, fiquei preocupado, pois até então não tinha transado com nenhum homem, apenas rolavam brincadeiras entre garotos, embora eu sempre tivesse a curiosidade de experimentar um belo cacete como aquele. Estava muito excitado e apesar de o pau de Milton ser bem grande e grosso, acabei deitando e empinando a bunda, dando-lhe sinal verde, ele veio pôr cima de mim passou um gel no meu cuzinho e no seu pauzão, em seguida iniciou uma penetração com muito carinho. Senti uma dor muito intensa no início, não estava acostumado com tal calibre, mas ele foi colocando devagar, esperando meu cuzinho acostumar-se com seu cacetão, a dor foi passando e ele usando toda sua experiência me comeu muito gostoso, logo eu estava rebolando e sentindo sua bolas baterem em minhas coxas, procurava empurrar a bunda contra seu pau, e gozei muito gostoso melando todo o lençol, ele gozou junto comigo deixando meu rabo cheio de porra. Ao sairmos do quarto e nos encontrarmos na sala da casa, meus amigos achavam que eu tinha sido o ativo, fato muito importante para a masculinidade da época, Milton elogiou muito meu desempenho, mas só nós dois sabíamos o que tinha rolado e como foi bom. Durante os Jogos Escolares estávamos alojados num colégio e dormíamos em colchões espalhados numa sala de aula, quem participou destes eventos sabe a farra que rolava, ao meu lado dormia meu amigo M. Tarde da noite, quando todos já estavam dormindo M. procurou-me e disse bem baixinho que estava com uma íngua, levando minha mão dentro de suas cobertas, logo pude constatar que a "íngua" era seu cacete que estava duro, ele procurou tocar-me também e sentiu meu pau endurecendo, o medo de que poderia estar alguém acordado deixou-nos ainda mais excitados, o tesão foi demais, o que aconteceu foi inesquecível, depois de masturbarmos um ao outro, virei de lado dando-lhe minha bunda, ele foi abaixando meu calção e colocou um dedo em meu buraquinho, sentiu que estava melado e perguntou o que era, como não existia segredos entre nós, contei-lhe a verdade: eu tinha dado para o Milton em nossa saída, ele pelo jeito ficou com mais tesão e pela segunda vez naquela noite fui penetrado, lubrificou seu cacete com a porra do outro, procurando não acordar ninguém transamos até de madrugada, depois desta experiência tive outros relacionamentos, foram bem poucos, procuro ser extremamente discreto e não é fácil encontrar pessoas para este tipo de relacionamento sem dar bandeiras, tenho voz e jeito de homem, mas entre quatro paredes... Existem outras histórias muito marcantes que passei e que com tempo, irei contar à vocês. Estou a disposição dos interessados para trocarmos e-mails e quem sabe...
  

alunos excitados fudendo na escola...

Nesta renomada escola, Lucas Allen e Gavin Phillips estão prontos para usar seu tempo fazendo outras coisas além do estudo. Antes de encontrar-se com seus amigos, Luke precisa fazer uma mudança rápida guarda-roupa, pois ele não quer gastar mais tempo do que o necessário em seu uniforme de escola rigída. O tímido Gavin tenta desesperadamente desviar o olhar enquanto Lucas muda seu vestuário, mas Lucas percebe e começa a provocá-lo. Galvin cede os seus caminhos encantadores e sai de sua concha, permitindo que  Lucas patra para cima dele e começe a provar seu pênis colocando-o em sua boca e bunda lisa. Depois desse encontro, ambos os meninos vão ter uma grande desculpa para estarem atrasados.











quinta-feira, 25 de junho de 2015

Cueca: Ela diz muito sobre você...


Cueca, essa peça de underwear que usamos todos os dias ou não pode dizer muitos sobre você e o boy que está ficando, sabia? Nada melhor do que reparar no que ele usa por baixo das roupas para saber um pouco mais sobre ele!

Tipos de cueca:

Cueca Slip
Homens que são geralmente mais tímidos, preferem esse tipo de cueca que contenha melhor sua bagagem. Podem até ser mais brincalhões mas no fundo, no fundo são tímidos mesmo. Preferem se soltar mais entre seus conhecidos. Homens mais meigos, carinhosos e românticos.





Cueca Boxer



Quem usa esse tipo de underwear são aqueles homens mais vaidosos, que curtem se olhar no espelho até para ver como ficam com essas cuecas. Mais extrovertidos, safados e exibicionistas. Esse tipo de cueca define mais o corpo e deixa até a mala maior. Tipo de cara safado na cama.





Cueca Samba Canção

Homens extremamente extrovertidos que curtem criar o bicho solto. Primam por sua liberdade, inclusive se movimentos. Quem as usa é geralmente mais despojado, fazendo o estilo largadão. Muito usado entre skatistas




Sem Cueca



 

A liberdade levada ao extremo. Esse sim gostam do bicho solto, correndo e saltitante por entre a floresta. Tipo de cara sem amarras na vida e que não curte, de forma alguma, se sentir cobrado, preso a ideias pré concebidas ou caras ciumentos.
 

Cueca de Vinil Ou Couro




 
Quem usa esse tipo com certeza curte sexo hardcore, daqueles com direito a spikes, chicote, gagball e tudo mais de BDSM. Se você curte esse tipo de fetiche, com certeza irá se divertir muito com esse cara. Quer realizar algum fetiche? Esse é o cara certo para isso.


 Cueca Jockstrap



 
Homens safadinhos e que curtem praticidade na hora de transar, nem precisa tirar a cueca para transar, basta abaixar as calças e está tudo pronto. Usada muito mais por boys passivos.

Freada, Encardida ou Furada


Acho que não preciso dizer que quem usa esse tipo de roupa de baixo é um cara porco, né? Acho que esse tipo de sinal já mostra muito sobre ele. Fuja para as colinas se um cara estiver usando essa cueca, ou se não tiver como correr peça para ele tomar um banho demorado [se possível com criolina]. Se sentir um cheiro suspeito vista a roupa e vá embora. Ninguém merece!
A personalidade e modo de agir do cara pode variar, mas pelo menos pode-se ter uma ideia do tipo de cara que você está saindo no momento que ele baixar as calças.
Você sabia que: Muitos homens curtem usar a cueca a mostra, mas desconhecem que essa prática surgiu nas prisões dos EUA como sinal para outros presos de que estava aberto a transar com outros homens.

Qual cueca você usa?


Amigo que é amigo...

FICA DE PAU DURO JUNTOS....ADOROOOO















Homofóbica recebe carta de seu pai...


Homofóbica e sem coração..

 O que dizer de um pai que escreve uma carta para sua filha homofóbica, que expulsou o filho de casa depois de contar que é gay, uma carta onde simplesmente acaba com ela? Aposto que a homofóbica ficou com a cara na poeira, já que o pai dela simplesmente arrasou no que escreveu.


A carta que a homofóbica recebeu

 

Querida Christine:
Estou desapontado com você como filha. Você está certa sobre termos uma ‘vergonha na família’, mas errada sobre qual seja.
Expulsar Chad da sua casa simplesmente porque ele te contou que é gay é a real ‘abominação’ aqui.
Pais renegarem seus filhos é o que vai ‘contra a natureza’.
A única coisa inteligente que escutei você dizer foi que ‘você não criou seu filho para ser gay’. Claro que você não o fez. Ele nasceu assim e não procurou isso, da mesma forma que não quis ser canhoto.
Você, no entanto, fez a escolha de magoá-lo, ter a mente fechada e ser conservadora.
Então, já que estamos nessa de renegar nossos filhos, vou aproveitar o momento para te dizer adeus.
Eu agora tenho um neto fabuloso [como dizem os gays] para criar, e não tenho tempo para ter uma vadia sem coração como filha.
Se encontrar seu coração, ligue pra gente.
Papai

Juro que gostaria de entender o que leva um pai ou uma mãe a ter uma atitude tão homofóbica com seu filho, a ponto expulsa-lo de casa ou até mesmo de espanca-lo. Há diversos casos, de pessoas próximas até, que tem problemas em casa por conta de sua sexualidade.
Que bom que o filho dessa babaca homofóbica tem um avô que o ama de verdade e o acolheu em sua casa, renegando a atitude da filha. Quem sabe assim o Chad pode viver sua vida plenamente, ser ter ao lado alguém que não o compreende, que o ama da forma que ele é.
Parabéns para o Vovô!